06 outubro 2007

O QUE É RESPONSABILIDADE SOCIAL MESMO?

É atuação baseada em princípios éticos e na busca de qualidade nas relações e uma exigência comportamental cada vez mais presente que traz como conseqüência a adoção de padrões de conduta ética que valorizem o ser humano, a sociedade e o meio ambiente.

Essa relação de qualidade se constroe a partir de valores e condutas capazes de satisfazer necessidades e interesses individuais e dos parceiros, gerando valor para todos.

Por isso, responsabilidade Social é mais que um conceito é um convite à transformação. Surgiu de uma necessidade de humanizar as relações, promovendo um novo aprender a cuidar uns dos outros e do ambiente compartilhado em que vivemos.

É um convite ao direcionamento para questões muitas vezes esquecidas na correria do dia-a-dia como por exemplo a ética, solidariedade e generosidade, pois é preciso de todos esses valores para a harmonia entre os seres e paz interior.

DIPOSIÇÃO PARA MUDANÇAS

Adotar posturas socialmente responsável exige perseverança, disciplina e disposição para mudanças. Aqueles velhos hábitos que servem em determinados momentos da vida de uma pessoa, já não são tão úteis em uma fase mais amadurecida. Por isso a necessidade de se reconhecer a mudança para que se possa implemantá-la.

Exemplo: os hábitos infantis que estimulam a mobilidade, reflexos, etc, devem ser deixados para trás em função de se adaptar a uma nova fase evolutiva. Assim, é importante sempre estar atentos aos hábitos e costumes que podem ser aprisionantes. Devem fazer parte da vida do indivíduo, mas este têm que estar abertos ao novo.

Enfim... é a valorização desse novo que trata a idéia de responsabilidade social. A preocupação com o nosso próximo, com o meio ambiente, com nossos familiares, colegas de trabalho, comunidade, etc. É chegado o tempo de desenvolvermos ações em prol "do todo", pois aprendemos que no final estamos todos ligados em rede, de alguma maneira.

13 abril 2007

Workshop Gestão Organizacional para Cultura Inclusiva

A Gestarh estará realizando em maio o wokshop "Gestão Organizacional para Cultura Inclusiva" que foi elaborado com o objetivo de sensibilizar e instrumentalizar pessoas e organizações para ações de responsabilidade social. Com o foco na diversidade e cultura inclusiva será trabalhado um novo sentido nas relações interpessoais que envolvem também questões sobre pessoas com deficiência.


04 abril 2007

Mudança de Mentalidade

Novo Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos busca mudar paradigma das relações de ensino e aprendizagem por meio da compreensão e do respeito à diversidade .

O debate sobre as desigualdades e as exclusões que caracterizam o Brasil e a necessidade de superá-las está na ordem do dia. Lançado no final de 2006, o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos é a aposta de que esse cenário possa modificar-se a partir de ações conjugadas. Resultado de três anos de trabalho do governo federal e de entidades da sociedade civil, o Plano é um documento norteador para a implementação de uma política pública no campo dos direitos humanos.
Organizado em cinco eixos, contém concepções, princípios, diretrizes e ações programáticas com o objetivo de difundir os direitos humanos nos âmbitos da educação básica, educação superior, educação não-formal, educação dos profissionais dos sistemas de justiça e segurança e, finalmente, educação e mídia. "Trata-se de uma iniciativa ampla, que envolve tanto a educação formal como a não-formal", comenta Aída Monteiro, coordenadora do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos.
Apesar de relevante, sozinho o Plano pouco pode fazer para estimular o debate e, mais do que isso, incorporar a cultura de respeito aos direitos humanos ao cotidiano dos brasileiros. Por isso, está articulado a um conjunto de ações que têm o objetivo de colocá-lo em prática, num processo em que as escolas e os professores de educação básica desempenharão um papel central.
LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE
As três gerações dos Direitos Humanos
- PRIMEIRA GERAÇÃODireitos civis e políticos, compreendem as liberdades clássicas.Realçam o princípio da liberdade.
- SEGUNDA GERAÇÃODireitos econômicos, sociais e culturais.Dizem respeito às liberdades positivas, reais ou concretas.Acentuam o princípio da igualdade.
- TERCEIRA GERAÇÃODireito ao meio ambiente equilibrado, qualidade de vida, progresso, paz, autodeterminação dos povos e outros direitos difusos. Titularidade coletiva.Consagram o princípio da fraternidade.
Fonte: Anistia Internacional
Reportagem completa aqui

23 março 2007

Mestres no Ciberespaço

Blogs ampliam o espaço educacional de professores e alunos com possibilidade de partilhar informações de forma criativa e prazerosa.
Para ler esta matéria na íntegra acessar o portal da revista Educação.
http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12073

23 fevereiro 2007

Conhecimento, aprendizagem e relações sociais no Ciberespaço

Em nenhum momento da nossa história, sociedade alguma conseguiu tanta liberdade de expressão, acesso ao conhecimento e avanços tecnológicos conquistados em tão pouco tempo.
Um dos ícones dessa nova cultura em ascensão é a Internet. Essa nova ambiência se transformou em muito mais do que simples troca de informações, amplificou para atividades de relações sociais e atualmente coexiste no cotidiano das pessoas de forma a não se conseguir definir o real como "fora ou dentro" de um computador, ou será que é obsoleto diferenciar?

Sendo limitante classificar isto ou aquilo de real, principalmente em se tratando de relações humanas, adotei como princípios para analisar o desenvolvimento, conhecimento e aprendizagem na Cibercultura a partir das teorias de Jean Piaget e Lev Vygotsky. Não sei se as minhas análises são pertinentes, mas foi uma idéia que me ocorreu, e por que não explorá-la
Assim, este texto tem como objeto de estudo relacionar o processo cognitivo do Ser e sua relação com o Ciberespaço.
Como este novo ambiente de relações humanas interfere ou contribui para o desenvolvimento humano?
Esta nova forma de se relacionar no mundo pode ser explicada através das teorias existentes ou é necessário se criar novos parâmetros para analisar tais processos?
Essas e outras perguntas me intrigam. Imagino que deva ter cometido muitos equívocos em minhas interpretações, mas acredito que os erros fazem parte do aprendizado, e não encerro neste, as possibilidades que este tema pode desenvolver.

Na intégra, o texto pode ser acessado em
http://gestarhconsultoria.googlepages.com/artigos

07 janeiro 2007

A Cibercultura revoluciona a "posse da palavra"

Gostaria de dividir aqui as minhas inquietações sobre o tema no qual tenho dedicado meus momentos de estudos nos últimos meses. Achei relevante trazê-lo para este espaço porque tem afetado nosso cotidiano, sem nem mesmo querermos e por isso acho interessante falar um pouco sobre a cibercultura. Você sabe o que é Cibercultura?

Pensar sobre a Cibercultura é refletir sobre os avanços humanos em termos de relação social com a tecnologia e consigo mesmo. A cibercultura é um termo utilizado para definir a gestão social no espaço virtual de convivência, mais especificamente a internet. Esta tecnologia e outras tecnologias de comunicação tem possibilitado maior aproximação entre as pessoas de todo o mundo. Assim, a terminologia cibercultura relaciona a dinâmica entre a política, a economia, a filosofia, a sociabilidade e a comunicação dos indivíduos conectados em rede, e obviamente os não "conectados", se é que podemos dizer que existem pessoas que não tem suas vidas alteradas pela cultura tecnológica da comunicação em rede mundial.

Na Cibercultura a “posse da palavra” já não é exclusividade apenas dos detentores dos meios de comunicação de massa, por exemplo, e nem dos formadores de opinião, qualquer indivíduo, que tenha as condições técnicas e esteja disposto a emitir uma opinião para o mundo, fazer uma contribuição artística ou intelectual pode se mobilizar para tal empreitada.
Artigo na integra http://gestarhconsultoria.googlepages.com/cibercultura


Outras informações sobre o tema você pode começar por aqui http://pt.wikipedia.org/wiki/Cibercultura