15 dezembro 2006

Cartilha Responsabilidde Social




Esta cartilha trata do tema Responsabilidade Social e foi fruto de um trabalho de estudo e pesquisa do grupo de estudo Cidadania Empresarial da ABRH-BA e que tem como objetivo difundir o tema entre as organizações de Salvador/Ba e outros interessados. Para publicação, gratuita, entrar em contato pelo e-mail gestarh_consultoria@yahoo.com.br

05 dezembro 2006

Muito além da boa vontade

Prática de Responsabilidade Social em alta nas empresas cria oportunidades para novos produtos, mas meios de comunicação falham na cobertura. Vale a pena conferir esta matéria no Portal da revista Negócios da Comunicação.
Veja neste link http://portaldacomunicacao.uol.com.br/web/textos.asp?codigo=18927

Acesso ao Desenvolvimento

Este é o título de uma matéria sobre inclusão digital da revista Educação - Editora Segmento. O texto fala sobre "conhecimento de tecnologias se tornou imprescindível para que as pessoas se tornem produtoras e consumidoras de conhecimento" No link abaixo uma parte da matéria. Está muito interessante. Veja
http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=11984

20 novembro 2006

O QUE EU PRECISO MODIFICAR NA MINHA PRÁTICA PROFISSIONAL PARA PROMOVER A EDUCAÇÃO INCLUSIVA E A INCLUSÃO EDUCACIONAL?

Cristiane Ferreira

Dentro do contexto histórico, saímos do mundo moderno e contemporâneo e adentramos na “pós-modernidade”, passando a viver, não apenas uma época de mudanças, como também uma mudança de época. É o século XXI, vivendo o pleno “neoliberalismo” e a “globalização”, dois fenômenos que camuflam uma perversa realidade do capitalismo propulsor do progresso econômico e a idílica “aldeia global”, aldeia esta, injusta e desigual.

Nestes novos rumos de indagações e inquietações encontra-se a “ciência educação”, tão prostituída e pouco valorizada pelos “seres humanos”, já que ela mesma, não consegue romper os desmandos da classe dominante, sendo apenas um instrumento de informação e não de construção do conhecimento. Nesse desassossego social, podemos também visualizar “o homem”, sujeito neste contexto histórico, passando por transformações nos aspectos: sociais, políticos, econômicos e espirituais, em busca de compreensão do seu papel no mundo e no entendimento das suas relações interpessoais.
Confira o artigo na íntegra
http://gestarhconsultoria.googlepages.com/comomodificarminhapraticaprofissional

02 novembro 2006

O SOFRIMENTO SUPORTÁVEL

Achei este artigo de Roberto Shianyashik muito interessante por isso estou postando-o para ser compartilhado.


Por que as pessoas evitam o tudo ou nada e acabam convivendo com situações insatisfatórias pela vida afora?Todos nós temos uma tendência bastante natural: fazemos o que nos dá prazer e evitamos o que nos provoca sofrimento. Para entender o que leva alguém a manter relacionamentos, profissões, empregos e circunstâncias profundamente insatisfatórios, precisamos analisar a forma como as pessoas definem o sofrimento. A percepção do que é sofrimento vai determinar as escolhas e, portanto, os comportamentos. As pessoas somente mudarão quanto a dor de não estar vivendo for maior do que o medo da mudança. Na verdade, decidimos manter uma situação desagradável porque tememos sofrimentos desconhecidos ou maiores do que aqueles que vivemos – ainda que persistam por menos tempo. Se você compreende que sofrer é a perspectiva de não se sair bem no próximo emprego ou relacionamento, poderá se sujeitar a um chefe que o humilhe diariamente ou a uma relação sem amor. Se seu filho compreende que sofrer é ficar sem dinheiro, vai sujeitar-se a viver eternamente dependente dos pais. Se uma viúva imaginar que sofrer é ir a um jantar e não ter com quem conversar, aceitará viver sem sair de casa pelo resto da vida. Isso nos leva a pensar que, na maior parte das vezes, as pessoas não percebem que fazem escolhas que provocam diariamente mais e mais sofrimento. Essa percepção distorcida faz a gente optar por relacionamentos, profissões, empregos e circunstâncias que não nos realizam como seres humanos – e começamos a distorcer nossas escolhas. É por causa disso que muita gente, sem ao menos saber, prefere permanecer vivendo com um sofrimento conhecido a tomar uma decisão que leve a um sofrimento desconhecido. Outras pessoas, também sem se dar conta, preferem conviver com um sofrimento suportável a se arriscar por um caminho em que, de repente, venham a sofrer ainda mais. É o caso daquele casal de namorados que briga diariamente, mas não termina porque nenhum dos dois quer viver o sofrimento da separação. Muitas vezes ficam se torturando durante anos porque não têm coragem de enfrentar a dor momentânea de um rompimento. São as mulheres que não falam das frustrações sexuais com seu companheiro por medo de desencadear uma crise conjugal. Elas não tomam uma decisão que possa melhorar sua vida porque têm medo de provocar mais problemas. Infelizmente muitas pessoas vão envelhecer sem perceber que estão colecionando frustrações e sofrimentos, quando na verdade têm muitas opções de mudança. Está na hora de pararmos de usar óculos cor-de-rosa e de fazermos promessas vazias a nós próprios! Precisamos acreditar que a vida pode ser muito melhor do que é agora!

23 outubro 2006

Apresentação

Olá,
Este blog foi criado pelas pessoas que trabalham na equipe Gestarh com o intuito de trocar experiências, textos e principalmente aprendizado sobre desenvolvimento humano, pois nosso compromisso maior é trabalhar e viver pela ética e pela responsabilidade social.
Com amor acima de tudo.